LITERATURA SOBRE GÊNERO versus CONFEREÊNCIA ESTAUDAL DO TRABALHO DECENTE EM FORTALEZA




O argumento  central quando se se fala em Trabalho Decente versus Equidade de Gênero se vale de que a expansão econômica é condição necessária, mas não suficiente, para promover desenvolvimento humano, construir sociedades mais eqüitativas e gerar postos de trabalho de qualidade e na quantidade necessária para atender à crescente oferta de mão-de-obra. Para isso, são necessárias também políticas de Estado.


O mercado de trabalho do Brasil — como o da América Latina, de um modo geral — mostrou nas últimas décadas intensa variação na taxa de participação (proporção das pessoas de 15 a 64 anos que trabalha ou procura emprego), no ritmo de criação de postos de trabalho, no perfil dos trabalhadores (em termos de gênero, idade, escolaridade e qualificação) e em diversos aspectos relacionados a qualidade dos empregos e condições de contratação. Este relatório, feito pelas representações no Brasil da CEPAL, da OIT e do PNUD, é um esforço de apresentação e análise do comportamento do mercado de trabalho brasileiro de 1990 até hoje, com ênfase na avaliação conceitual e empírica das relações entre emprego, desenvolvimento humano e trabalho decente.


Os benefícios desse processo para o bem- estar social serão tanto maiores quanto mais as oportunidades  corresponderem aos requisitos do trabalho decente. Isso nos faz compreender então que a EQUIDADE, como diz a OIT, está no coração do TRABALHO DECENTE.


Sobre Equidade de Gênero e Remuneração, a experiência com esta política internacional implantada na cultura organizacional da cidade de Quixadá e Região está registrada nas recentes publicações "ENGENDRANDO NOVOS ATORES SOCIAIS" e "A REVOLUÇÃO DOS MONÓLITOS", cujos artigos sobre a temática publicados nestas peças literárias são de autoria da Secretaria da Mulher Trabalhadora do SINDSEP Maria das Graças Costa, que participa da Conferência Estadual do Trabalho Decente que se encerra na manhã desta quarta-feira, dia 30 de novembro, em Fortaleza.

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