A Imagem a serviço dos Direitos Humanos

Jornalista e Fotógrafo João Roberto Ripper

No processo de democratização da comunicação uma das grandes tarefas colocadas para aqueles que a empreendem é a de paralisar a cultura dos estereótipos. 

É nesse campo que os preconceitos são arraigados e, especialmente, a mulher, é uma vítima preferida da grande mídia golpista.

Segundo o Jornalista e Fotógrafo João Roberto Ripper a fotografia que está nos jornais não retrata a beleza do povo brasileiro. Nas imagens veiculadas se maqueia a realidade e assim o Brasil fica sem conhecer o que de fato é a imagem do homem e da mulher que vive nesse país.

"Podemos e devemos denunciar não mostrando as coisas feias, o lado caótico das coisas. Podemos denunciar utilizando-se da beleza", afirma o fotógrafo.

A foto é um documento. É um registro imagético. E essa imagem deve estabelecer um diálogo entre o conteúdo e aquele que faz a leitura dessa imagem.

O papel do verdadeiro profissional da Fotografia faz o registro da imagem que deve por si mesma pautar um outro modo de revelar e compreender a realidade e desse modo intervir na realidade e transformá-la.

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