O(a) trabalhador(a) brasileiro(a), a despeito de um operariado recente, sempre buscou solução para os problemas que vivenciam em seu cotidiano.

Este trabalhador(a) como indivíduo, tem suas próprias necessidades e a forma de consciência que o caracteriza é a imediata e existencial, porque imediatos e existenciais são os problemas a resolver e as necessidades a satisfazer.

É a partir da constatação de suas necessidades individuais que o(a) trabalhador(a) se conscientiza como ser real no tempo e no espaço, como objeto e sujeito do Mundo e do Pensamento. Percebe o(a) trabalhador(a) que é circundado por outros indivíduos que vivem as suas mesmas necessidades e existem também no tempo e no espaço.

É nesse momento, quando a consciência do trabalhador se volta para as necessidades do outro, que começa a se formar a consciência coletiva. É desse modo que se organiza a luta coletiva e por isso, de classe.




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Janeiro Branco