Igualdade entre as Regiões do Brasil: caminho estrutural para a Democracia



Graça Costa, (Secretária Nacional de Relações do Trabalho da CUT), sindicalista nordestina, cearense, de Quixadá, participou nos dias 25 e 26 de agosto em Recife (PE) do Seminário de Desenvolvimento Regional e Ação Sindical Região Nordeste. Em sua fala afirmou que "só teremos Democracia e Desenvolvimento de fato quando eliminarmos a estrutura da desigualdade entre as Regiões do Brasil. O Nordeste nos últimos doze anos tem recebido investimentos efetivos e fortes do Governo Federal. A vida das pessoas mudou. Consequência disso foi uma injeção de credibilidade ainda mais forte na Economia do Nordeste. Com isso, vários setores econômicos instalam suas empresas no Nordeste impulsionando ainda mais o desenvolvimento econômico que encontra no desenvolvimento social gerado pelas políticas públicas um aliado que nos destacam. Todavia, ainda somos tratados de forma diferenciada do restante do país. Esse Seminário CUTista discute entre outras coisas a estratégia qualificada para acionarmos um plano macroestrutural que reivindica a igualdade lvcondizente com a realidade viva, progressista e fortemente desenvolvida do povo nordestino."



Quem confirma essa tendência e perspectivas promoissoras para o Nordeste apontada por Graça Costa é a  economista Tânia Bacelar, professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) que afirmou que o Nordeste vem apresentando dados acima da média do Brasil ao longo da década de 2000. Uma das principais mudanças é o dinamismo da economia, impulsionado pelo aumento do consumo na região não só nas capitais, mas especialmente nas pequenas e médias cidades. “Com maior renda da população, o consumo aumenta e isso traz mudanças na estrutura produtiva. Esta composição é bem diferente do que se tinha no final do século passado. Esse processo se deve ao crescimento da renda, do crédito e do emprego e atrai investimentos”, analisa a economista.


GRAÇA COSTA e a economista Tânia Bacelar


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Janeiro Branco