MANIFESTO na Unidade de produção da PETROBRAS em Quixadá (CE) – 13 DE MARÇO DE 2015













Um dos maiores desafios dos movimentos sindical e social hoje é defender, de forma unificada e organizada, o projeto de desenvolvimento econômico com distribuição de renda, justiça e inclusão social. É defender uma Nação mais justa para todos.

A agenda dos trabalhadores que queremos ver implementada no Brasil é a agenda do desenvolvimento, com geração de emprego e renda. Governo nenhum pode mexer nos direitos da classe trabalhadora. Quem ousou duvidar da nossa capacidade de organização e mobilização já viu do que somos capazes.

Defender os trabalhadores é lutar contra medidas de ajuste fiscal que prejudicam a classe trabalhadora. As MPs 664 e 665, que restringem o acesso ao seguro desemprego, ao abono salarial, pensão por morte e auxílio-doença, são ataques a direitos duramente conquistados pela classe trabalhadora.




Se o governo quer combater fraudes, deve aprimorar a fiscalização; se quer combater a alta taxa de rotatividade, que taxe as empresas onde os índices de demissão imotivada são mais altos do que as empresas do setor, e que ratifique a Convenção 158 da OIT. Lutaremos também contra o PL 4330, que da maneira como está imposto libera a terceirização ilimitada para as empresas, aumentando o subemprego, reduzindo os salários e colocando em risco a vida dos/as trabalhadores/as.

Defender a Petrobrás é defender a empresa que mais investe no Brasil – mais de R$ 300 milhões por dia – e que representa 13% do PIB Nacional. É defender mais e melhores empregos e avanços tecnológicos. É defender uma Nação mais justa e igualitária. 

Defender a Petrobrás é defender um projeto de desenvolvimento do Brasil, com mais investimentos em saúde, educação, geração de empregos, investimentos em tecnologia e formação profissional. 

Defender a Petrobrás é defender ativos estratégicos para o Brasil. É defender um patrimônio que pertence a todos os brasileiros e a todas as brasileiras. É defender nosso maior instrumento de implantação de políticas públicas que beneficiam toda a sociedade. 

Fomos às ruas para acabar com a ditadura militar e conquistar a redemocratização do País. Democracia pressupõe o direito e o respeito às decisões do povo, em especial, as dos resultados eleitorais. A Constituição deve ser respeitada. Precisamos aperfeiçoar a nossa democracia, valorizando a participação do povo e tirando a influência do poder econômico sobre nosso processo eleitoral. 

Estamos em alerta, mobilizados e organizados, prontos para ir às ruas de todo o país defender a democracia e os interesses da classe trabalhadora e da sociedade sempre que afrontarem a liberdade e atacarem os direitos dos/as trabalhadores/as. 

ESTAMOS EM UMA JORNADA DE LUTAS: 

Por Mais SEGURANÇA PÚBLICA. 

Pela SAÚDE PÚBLICA de Qualidade: condições de trabalho, Medicamentos nos Postos, Exames Laboratoriais. 

Pelo MEIO AMBIENTE e Desenvolvimento Urbano. 

Pelo respeito às conquistas das Mulheres: Coordenadoria da Mulher e Centro de Referência da Mulher estão sendo sucateados. 

Pela ASSISTÊNCIA SOCIAL à população, especialmente, à criança, adolescentes e Idosos. 

Pelo Transporte Público e Merenda Escolar de Qualidade. 

Pela Gestão eficiente e transparência dos RECURSOS PÚBLICOS. 

Pelo Calendário de Pagamento 

Pelo RESPEITO ÀS INSTÂNCIAS DE GÊNERO DE QUIXADÁ: Centro de Referência da Mulher, Delegacia da Mulher, Comitê de Equidade, Coordenadoria da Mulher, Casa Abrigo 

Pela Implantação dos Planos de Carreira da Saúde e da Administração. 

Pela Assistência aos/às Agricultores/as. 

Pela REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO. 

Pelo Fim do Assédio Moral e Perseguição Política. 

Pelo Respeito ao Repasse Previdenciário para o Instituto de Previdência do Município. 





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