BRASÍLIA: Graça Costa prestigia lançamento do livro do Desembargador Grijalbo em Brasília



Foi lançado na manhã desta terça (14/04), o livro “Terceirização – máquina de moer gente trabalhadora” de autoria do desembargador Grijalbo Fernandes Coutinho.
A obra traz um estudo sobre a precarização do trabalho, num momento em que o movimento sindical desenvolve esforços para derrubar no Congresso o PL 4330, o projeto da Escravidão, que flexibiliza ilimitadamente as contratações e rouba direitos históricos dos trabalhadores.
Este novo livro do desembargador do TRT-10 (10ª Região) trata da relação entre a nova marchandage (a subempreitada que visa exclusivamente lucrar em face do trabalho alheio) e a degradação laboral, as mortes e mutilações no trabalho. 
REPERCUTINDO OS PROBLEMAS CAUSADOS PELA TERCEIRIZAÇÃO
O autor analisa o regime capitalista no mundo, desde estrutura e rápida expansão no mundo até os meios que os capitalistas descobriram de reduzir gastos com subcontratações em vários setores, de forma deliberada. Depois, passa a mostrar como a nova marchandage causa elevados índices de acidentes no trabalho, apresentando dados sobre mortes e mutilações de empregados terceirizados dos setores elétrico, petroleiro e da construção civil.

Quem é Grijalbo

Juiz do trabalho desde 1992, Grijalbo Fernandes Coutinho tomou posse como desembargador e novo integrante do TRT-10 em novembro passado. É mestre em Direito e Justiça pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014) e Master em Teoria Crítica dos Direitos Humanos e Globalização pela Universidade Pablo de Olavide, de Sevilla (Espanha).  Concluiu, ainda, curso de Pós-Graduação (Lato Sensu) em Direito Constitucional pela Universidade de Brasília e de Direito e Processo do Trabalho pela PUC Minas, além do curso de Especialista em Economia do Trabalho e Sindicalismo pela Unicamp.
Em 2006, Grijalbo recebeu o Prêmio João Canuto de Direitos Humanos oferecido pelo Movimento Humanos Direitos, no Rio de Janeiro.
Ele foi presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 10ª Região nas gestões 1999/2001 e 2001/2003, da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho na gestão 2003/2005, e da Associação Latino-Americana de Juízes do Trabalho no biênio 2006/2008.

#com contribuições da CUT Brasília.



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