Servidores de Quixadá decidem suspender TEMPORARIAMENTE a Greve: a pauta defendida pelas Categorias continua valendo


Os servidores públicos municipais decidiram na Assembleia de hoje, 27 de abril, suspender temporariamente a greve em face da necessidade de se avaliar os resultados até agora, com a decisão de continuar negociando a pauta que segue firme na sua integralidade: Reajuste do Piso do Magistério (6,81%); Reajuste do Piso dos ACE e ACS (10%); Lei 1.311 (33%); Retroativo dos Vigias e Fiscais; Avaliação de Desempenho dos Professores e Condições de Trabalho.

O prefeito apresentou proposta de negociar a continuidade da pauta só no no segundo semestre. Mas a Assembleia não aceitou esse tempo. O gestor só tem o mês de maio para verificar na sua administração de recursos como que vai fazer pra garantir todos os reajustes que as categorias estão reivindicando.

Foi constituida uma comissão com representação das categorias uma comissão que vai analisar questões inerentes ao enxugamento da folha pois segundo informações há excessos. A comissão reunirá elementos para na primeira semana de junho, prazop dado pelas categorias, apresentar ao prefeito com vistas a tomadas de atitudes que organize os recursos com gastos de folha pois os reajustes e perdas das categorias precisam ser contemplados.

Dessa primeira rodada de negociação, os ACE e ACS até o momento conquistaram 3% de reajuste; as outras categorias que percebem acima do Mínimo, que tem data base em maio, terá daqui há vinte dias uma audiência com a gestão pra tratar especificamente desse tema.

Com relação à Educação, os professores não abrem mão do reajuste de 6,81%. Até esse momento sairam da proposta do prefeito era de ZERO REAJUSTE e conseguiram arrancar 3%. Contudo, a trégua que os professores estão dando à administração é para que ele organize os gastos com folha porque vai precisar garantir o restante do reajuste que falta: 
3,81%.

Neiva Esteves (Presidenta do SINDSEP) dissse que: "A pauta entregue ao  prefeito de Quixadá em 11 de janeiro compõe-se de mais de 60 pontos. Ainda falta muito pra negociar. Em junho, caso a proposta da prefeitura não contemple o respeito ao quie as categorias exigem, ENTÃO A GREVE VOLTARÁ, ainda mais forte! Não tenham dúvidas!"

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Janeiro Branco